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domingo, 14 de junho de 2015

Ao entrar em depressão Jenny tem outra má noticia... Depois de tantas que já lhe apareceram esta destruiu seu mundo.

  
  Sua mãe acabava de falecer... Ela não sabia como e o porque daquilo acontecer, sua mãe teve uma parada cardíaca e as pressas foi levada ao hospital mas não resistiu.


   


    Com o “noivo” traindo-a as escondidas, a perda de uma filha e sua mãe morta à loucura tomou conta de Jenny... O seu mundo havia sido acabado, destruído por completo.

   
     Um mês depois lá estava Jenny, irreconhecível. Ela queria matá-lo, sentir o gosto do seu sangue. 
                             Só pensava em uma coisa...  

                                                   VINGANÇA.





Ela ouvia vozes, gritos e uma dessas vozes ela pensava ser da sua filha que mal tinha se formado no seu ventre e a perdeu.

A voz que ela ouvia, dizia as tais palavras:
“Mamãe”... Mamãe, mamãe eu quero você... Mamãe eu sinto medo...
 Mamãe vem me pegar. 
 O papai não nos quer mamãe... O que vai fazer?
 Ele precisa pagar por isso mamãe. Mate-o, mate-o!”


Eu vou mata-lo, sim... Vou mata-lo. Vou acabar com a vida dele. (Jenny estava virando uma completa louca psicopata).



Passavam-se os dias e ela continuava a ouvir vozes, enquanto que o seu noivo a traia, e ela só queria uma única coisa... Mentir e matar.



 Jenny – Onde você estava? Ethan, onde estava?

Ethan – Há isso não te importa, quer saber, eu estou cansado disso! Cansado de você! Esta feia, mal cuidada, não quer saber do meu amor, nem fazemos sexo! Sabe a quanto tempo não temos relação? Desde que a sua filha morreu...  

Jenny-Nossa Filha!  

Ethan – Ah que seja! Quer saber, não existe mais relação aqui, pra mim acabou!

Jenny – Você vai se arrepender, saiba disso. Em todos esses meses eu nunca pude contar com você, com a sua ajuda. Sempre estava distante. Onde você vivia Ethan?

Ethan – Ah, para de ser estupida! Eu vivi sempre no mesmo lugar de antes, na minha casa e você não tem porque me pedir explicações, nunca mais tivemos o mesmo contato que antes, você é uma louca...

Jenny – Você vivia com ela, não é?

Ethan – Do que você esta falando? ! Esta delirando, sua louca!

Jenny – Por que mentir quando eu já sei da verdade...? Lembra-se do dia em que você veio com todo o romantismo para a minha casa e eu te contei que estava gravida?
   Então... Você estava com ela. A sua amante atendeu a ligação, tivemos uma rápida conversa enquanto você dormia. Foi uma tarde em tanto, não?

Ethan –... Não me importa mais, nosso noivado acaba aqui!

Jenny – Há muito tempo que ele acabou querido... Mas essa historia só acabará quando esse amor estiver morto.

Ethan – Louca psicopata! Adeus!


Ethan entra no carro dizendo-a que nunca mais quer vê-la, Jenny ao contrario de estar triste, começa a sorrir, gargalhadas horríveis, dizendo que essa será a primeira vez que acontecera um encontro diferente entre os dois.

Jenny – (Risos assombrosos) Não se esconda e nem fuja de mim, eu vou te encontrar de qualquer maneira, a minha filha e eu te encontraremos.


Ethan – Sua louca psicopata!


Então Jenny vê o carro se afastando enquanto que sua face muda completamente... Ela estava com um semblante amargo, serio e espantoso. Estava cheia de ódio, traumas e a única coisa que queria era mata-lo. E ela iria fazer isso de uma forma que ninguém nunca descobriria o assassino.

  Jenny tinha duas faces. Na frente de outras pessoas ela era calma, meiga e cheia de alegria.  Fingia isso muito bem. Mas sozinha ela pensava as coisas mais horrendas e terríveis que se podia imaginar. Um desses pensamentos era tramar algum plano para matar o Ethan.


  Jenny liga pra Ethan querendo conversar com ele, explicar que tudo não passou de um mal momento, que ela queria pelo menos a amizade dele.
  
  Ethan ao telefone – Alô?

Jenny – Oi, Ethan. Eu só queria me desculpar, estava em um dos meus piores momentos, mas já voltei ao meu eu novamente. Desculpa, eu queria...
 
 Ouve-se uma voz ao fundo conversando com Ethan, antes amante e agora a sua namorada.

 Namorada do Ethan – O que ela quer? Diga que não quer falar com essa louca, voltou para infernizar nossas vidas!

Ethan – Calma, Kayla! Tudo bem Jenny, aceito as suas desculpas. Onde quer se encontrar e por que quer isso?

Jenny – Porque têm algumas roupas suas guardadas aqui e também precisamos ficar bem de uma vez para que siga sua vida sem interrupções. Quero que sejamos conhecidos, não quero que sejamos dois desconhecidos que nunca ouviram falar um do outro. Sabe, eu não queria deixar nenhuma lembrança, se é que me entende...

Ethan – Enquanto as roupas você as pode jogar fora. E sim, eu vou a esse encontro. Espero que tudo se resolva. Só não me venha com surpresas.


Jenny – Não se preocupe... Tudo ocorrerá bem, como planejado.





sábado, 13 de junho de 2015

Por que Jenny era assim?



  O que aconteceu para que Jenny se tornasse essa mulher tão má e louca?


  Jenny desde pequena sempre foi uma criança completamente sadia e calma, Não tinha nenhum problema. Seus pais a tratavam bem, a cuidavam, enfim, ela tinha a vida normal de qualquer outra garota.


     Mas um falso homem mudou sua vida...


Aos 19 anos Jenny conhece o seu primeiro namorado, Ethan Jayden que tinha 24 anos, pelo qual se apaixonou completamente...



     Dois anos se passaram e o namoro de Jenny com Ethan só crescia cada vez, ele que já havia namorado outras garotas nunca pensou que pudesse ficar tanto tempo namorando apenas uma. Era daqueles rapazes que gostavam de sair, roda de amigos, namoradas, enfim...

   Mas o destino tratou de mudar o Ethan por completo, aquele amor que envolvia os dois nunca foi sentido antes por ele e Jenny só se apaixonava cada vez mais também.

 
   Até que...
    Um ano depois Ethan decide pedir Jenny em casamento, aquele amor estaria prestes a dar mais um passo.

  
- Estamos namorando a um bom tempo e eu quero dar mais um passo nesse namoro... Quero que seja a minha mulher. (diz Ethan com um sorriso no rosto)

- Eu esperei por isso, bom que chegou esse querido dia. (Jenny chora)
- Então... Aceita casar comigo? (Ethan Esta feliz.).

- Meu amor, eu te amo... É logico que a resposta é sim. (Jenny esta contente).

  Eles viviam um romantismo, poderia chamar-se assim por enquanto.


Em uma noite qualquer Jenny decide ligar para Ethan chamando-o para visita-la na sua casa, pois mal saia do seu bairro, era uma garota que não gostava muito de festas e tinha poucos amigos, Ethan atende o celular e...


 - Olá amor, pode vir aqui em casa, meus pais estão chamando-o para passar o tempo conosco, já que seremos uma família, quero que venha para conversarmos...

- Olá minha querida... Desculpe, mas ele não pode falar agora, no momento esta dormindo, um sono leve já que a tarde foi satisfatória para ele.  (Uma mulher fala ao celular com uma voz sexy e ao mesmo tempo irônica).

- Onde ele esta?! Quem você é e o que faz com meu noivo? (Jenny esta surpresa)

- Nossa em anos nunca descobriu que ele fosse um completo cafajeste amador de amantes? Você é tão boba, garota. ( A mulher dar gargalhadas)

- Não acredito... Não acredito, passe o celular para ele agora! Agora! (Jenny Chora)

- Não... Eu farei melhor, escute... 
Amor... Meu gostoso, diga que me ama, vamos, diga que meu corpo é prazeroso que eu domino você... ( A mulher fala com Ethan)
- Ah, minha gostosa, eu te amo, mas agora estou cansado, lembra? A nossa tarde foi completo prazer, me deixe descansar, depois faremos sexo de novo, que tal? (Ethan esta cansado)

- Então que descanse prazeroso. Vamos nos encontrar amanhã? (A mulher fala com uma voz sexy para deixar Jenny cada vez mais triste e irritada.)

- Ah, eu não sei, tenho que levar a Jenny para fazer compras de noivado, que besteira... (Ethan esta caindo de sono, deitado não percebe que a sua amante esta no celular com sua noiva).

- Eu estou esperando uma filha dele e esperava que ele atendesse o celular para dar-lhe a noticia. (Jenny esta fria e com raiva).

- É uma pena. Tchau, baby. (A mulher finaliza a chamada)

Aquela noite foi à primeira noite de mudanças de comportamento da Jenny, tudo aquilo, aquela conversa, aquela mulher, mudaram a sua vida.

 O outro dia...


   Than vai à casa de Jenny com uma explicação inventada, leva flores e uma carta de “amor”.

Than pergunta. - Olá, meu amor. Como passou a noite?

Jenny responde: - Bem, obrigada. E você meu amor, como passou a noite? Sabe, eu liguei varias vezes e não atendia.  A tarde eu pensei que viesse a minha casa.

- Ah, desculpe-me, estava ocupado a tarde, resolvendo algumas coisas para o nosso noivado e a noite, nossa, estava exausto, deixei o celular na sala e fui dormir, esqueci. Desculpe.
 Ethan falou uma boa mentira se Jenny não tivesse descoberto a verdade antes.

Jenny: - Preciso te dizer algo... Uma surpresa.  

Than pergunta animado querendo saber o que é.
- Nossa, diga-me, meu amor.


Jenny sorrir – Estou gravida.


...



Than fica nervoso e abismado.

- Não acredito...  (Than responde)

- Mas fizemos sexo, porque eu estaria mentindo? (Jenny chora).

Than diz irônico- Que legal...


Naquele mesmo dia os dois brigaram, ele brigou por Jenny não ter se tomado as pílulas e ela brigou por ele ter colocado a culpa somente nela. Foram dias assim, seus pais já sabiam e achavam que mesmo tendo sido antes do casamento eles estariam prestes a casar então isso não seria um problema, não para eles, os pais.
   Than não tinha sua mãe e seu pai disse que ele deveria assumi-la, assim como assumiu uma noite de sexo com Jenny. Se eles estariam dispostos a casar ele deveria esta preparado para a hora que um bebe viesse.



 Jenny deixa tudo silencioso, como se nada tivesse acontecido, dias se passaram e Jenny continua com sua mente preocupante, medrosa e fria. Com aquelas mentiras em mente Jenny começa a ficar psicologicamente doente, aos poucos, sem que ninguém perceba ela vira uma psicopata maníaca, fria e calculista.
  As ligações não atendidas, dias a dias, as mensagens da amante, os bilhetes mal contados, os recados ditos... Tudo aquilo ela guarda em segredo enquanto que Than finge ser o noivo ainda um pouco apaixonado.




   Três semanas depois...



 Jenny sente dores
 - Minha nossa... Socorro! Aaaah, meu Deus, socorro, não quero perder minha filha, socorro!

- Filha, o que esta acontecendo? O meu Deus, chame uma ambulância esposo, rápido! (sua mãe esta desesperada)


Enquanto isso, sim... Than esta com sua amante e nem preciso contar o que acontece naquele quarto onde sua amante o espera sempre.

No hospital Jenny tem a noticia que perdeu sua filha, ela tinha até dado um nome para a sua querida filha, a menina iria se chamar Riley Morgan. Jenny entra em completa depressão...






  

sábado, 6 de junho de 2015

         
 Amor mortal



Kelvin: Jenny... Jenny, você esta ai?

Jenny: Sim... Estou aqui, entre.

- Aqui esta minha garota. Minha linda garota.  Ah... Saquei o que “tá” acontecendo aqui, você quer brincar né?

  - Talvez... Uma brincadeira não muito legal. Quer tentar brincar comigo?  (Jenny fala com um sorriso maléfico, um pouco baixo).

 - Mas o que significa isso? ...  Jenny, o que significa isso? (Kelvin se assusta ao perceber que não existem apenas ali lenções e cortinas...).

- Você já irá descobrir... Sente-se aqui, querido. E relaxe...

- Não, espera um instante... (Kelvin não termina de falar)

Jenny abraça-o e começa a beija-lo, excita-o e então...

- Ah, eu vou gostar disso... É outra de suas ideias malucas, não é? (Risos) cara... Essa é a mais louca de todas. Mas tudo bem, eu topo brincar com você. Alias, o seu prazer me domina...
(mal sabia kelvin o que vinha a sua espera)
  
O quarto estava cheio de lenções, cortinas vermelhas, velas e... Facas.
Kelvin e Jenny começaram a fazer amor, na verdade não era bem isso o que Jenny pensava.  Mal sabia Kelvin que Jenny era uma mentirosa, impostora, psicopata que o enganava a mais de cinco meses.

Tudo estava indo bem, até que Kelvin acorda a meia noite...

  Ao acordar, Kelvin percebeu que seu corpo está completamente preso à cadeira, tenta se soltar e grita perguntando o porquê de tudo aquilo, ele não conseguia entender... Olha ao lado e então vê carnes e velas... A sua frente à TV esta ligada com trechos de homens cortando carnes, em cima de cama esta dois pit bulls gigantes olhando para ele, esperando para fazerem o ataque.

  - Jenny, vem aqui, vem me ajudar! Olha isso, estou com medo, me tira daqui, para com essa 
brincadeira, é uma pegadinha e eu cai? Ok! Agora me tira daqui!

 -Jenny, vem me ajudar, por que fez isso? Esta ficando louca! (Kelvin estava desesperado)

 Jenny: Olá, querido... Esta se sentindo confortável? (Risadas baixas)  

- Jenny, para com isso, sério, me tira daqui. O que esta acontecendo, me tira daqui! (Kelvin esta chorando)

- Não acha que foi um erro ter me conhecido? (Jenny olha para ele com um sorriso “leve”)

- Você é uma louca!
 Socorro! Socorro! Socorro!  Não, Jenny, não! Por que esta fazendo isso? Deixe-me ir embora! Deixe-me ir!  (Kelvin está se tremendo de medo!). 


- Peguem ele meninos... (Jenny solta os Pit Bulls)

- Nããão! Nãããooo! Socorro!!! (Essas foram as ultimas palavras de Kelvin).

Jenny trata de enterra o corpo, sendo fria e calculista não se importa muito em colocar cordas sobre Kelvin e leva-lo arrastando até o quintal da sua casa. Chegando lá decepa a sua cabeça e seus braços as suas partes intimas são queimadas e suas pernas, aliás... O que dele restou ela aproveita para que os Pit Bulls possam comer a vontade.

                  
      Jenny trata de dar um fim a todos as provas da morte do Kelvin.
  
   E mais uma noite se passa...